Podcast: Por que usar blockchain em transações internacionais

Alexandre Liuzzi (c.) e Luiz Antonio Sacco (e.) falam sobre blockchain / inova.jor
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Alexandre Liuzzi (c.) e Luiz Antonio Sacco (e.) falam sobre blockchain / inova.jor
Alexandre Liuzzi (c.) e Luiz Antonio Sacco (d.) falam sobre blockchain / inova.jor

A tecnologia blockchain pode tornar as transferências internacionais mais eficientes e mais baratas.

Esse foi o tema do oitavo episódio do inova.jor cast, que traz semanalmente novidades sobre inovação, negócios e tecnologia.

O podcast está disponível no Spotify, no Deezer, no iTunes e no SoundCloud

Com a blockchain, resolve-se uma série de problemas vistos em vários setores. Como segurança, rastreamento e confiabilidade da informação.

No entanto, no caso das transferências internacionais, há ainda mais benefícios.

“O dinheiro tem a mobilidade de uma mensagem que sai do celular para qualquer lugar do mundo”, diz Luiz Antonio Sacco, diretor da Ripple na América do Sul.

Enquanto isso, a transação típica — sem blockchain — leva vários dias para ser executada.

“Na Ripple, resolvemos esse problema real. Fazemos uma transferência em poucos segundos”.

Blockchain aplicada

Empresa por trás da Remessa Online, a BeeTech também usa a tecnologia de blockchain para que as transferências sejam mais rápidas e baratas.

“Nós reduzimos o custo de uma transação em mais de 80%”, conta Alexandre Liuzzi, Chief Strategy Officer da BeeTech.

Afinal, não são cobradas tarifas bancárias para realizar a transferência. O recurso não fica parado em uma única localidade.

“Fazemos todos os processos de forma escalável. Uma transação para o Reino Unido, por exemplo, é feita em cinco minutos”.


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