No Japão, o robô pode ser o melhor amigo de um humano

O Kirobo Mini, da Toyota, ajusta sua conversação às preferências do usuário / Divulgação
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O robô Kirobo Mini, da Toyota, ajusta sua conversação às preferências do usuário / Divulgação
O Kirobo Mini, da Toyota, ajusta sua conversação às preferências do usuário / Divulgação

A ideia de robôs domésticos tornou-se realidade somente no Japão. Pelo menos por enquanto. Hoje (3/10), foi a vez de a Toyota anunciar o Kirobo Mini, um autômato de 10 centímetros de altura que parece um bebê e conversa com seu dono.
Com início das vendas previsto para o ano que vem no Japão, o dispositivo tem preço previsto de cerca de US$ 400. Segundo a Toyota, o Kirobo Mini é capaz de:

  • Participar de uma conversa, gesticular e interpretar as expressões faciais do interlocutor;
  • Lembrar das preferências do usuário e de eventos passados, como viagens de carro que fizeram juntos;
  • Ser levado para qualquer lugar, já que cabe na palma da mão;
  • Melhorar a conversação com informações de objetos conectados, em casa ou no carro.

O anúncio causou certa polêmica, pois algumas notícias apontaram que o robô teria sido criado como um substituto de criança para mulheres sem filhos, diante da queda de natalidade japonesa.
Apesar de a Toyota não apresentar o robô explicitamente dessa forma, vídeos de demonstração mostram o Kirobo Mini interagindo com uma mulher jovem.

Sentimentos

O Kirobo Mini é apenas o exemplo mais recente de robô doméstico no Japão. Um autômato mais conhecido é o Paro, foca robô lançada no começo deste século para fazer companhia para idosos.
Outro exemplo é o Pepper, do Softbank, que também foi empregado como atendente em lojas do Japão.
Mas não são somente empresas japonesas que apostam em robôs domésticos. Durante a Consumer Electronics Show (CES), no começo deste ano em Las Vegas, a francesa Blue Frog Robotics demonstrou o Buddy, robô para a família desenvolvido com financiamento coletivo pelo Kickstarter.


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